Terça-feira | Junho 03, 2008

O Filme

 

 

No filme a cena que me chamou mais a atenção foi quando o senhor chegou perto da planta e, ao ver que ela estava seca e triste foi buscar água.
Ele ao deitar água na planta ela cresceu muito.
Depois ele começou a dormir e adormeceu, a planta deixou cair uma folha para o cobrir.
No fundo o texto é para nos alertar para conservar o planeta, e não para o poluir como tem vindo a ser feito.
Escrito por nuno em 09:44:42 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira | Maio 29, 2008

A caneta suicidou-se

Era uma vez uma caneta que se suicidou.
A caneta era azul e, diferente de todas as outras.
Ela era preguiçosa e só escrevia quando queria e quando lhe apetecesse.
Um dia, ela estava farta e disse bem alto para toda a gente a ouvir:
- Já quero escrever!!!
Mas como ninguém a ouvia, ela saiu do porta - lápis e sem pensar atirou-se abaixo da mesa e suicidou-se.
Escrito por nuno em 15:24:10 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira | Maio 15, 2008

Poesia Lírica

 

 

 

Erros meus, má fortuna, amor ardente
Em minha perdição se conjugaram;
Os erros e a fortuna sobejaram,
Que para mim bastava amor somente.

 

Tudo passei; mas tenho tão presente
A grande dor das cousas que passaram,
Que as magoas iras me ensinaram
A não querer já nunca ser contente
 
Errei todo o discurso de meus anos;
Dei causa (a) que a Fortuna castigasse
As minhas mal fundadas esperanças.

 

De amor não vi senão breves enganos.
Oh! Quem não pudesse que fartasse
Este meu duro génio de vinganças!

 

      Laughing                       Luís de Camões

 

Escrito por nuno em 16:27:17 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira | Abril 24, 2008

A que sabe a Liberdade

 
Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O sol doira
Sem literatura.

O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa...

Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!

Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.

O mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...


                          Fernando Pessoa
Escrito por nuno em 14:26:23 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira | Abril 17, 2008

O livro é o coração e razão que nos leva à descoberta do amor.
                                                                                         

                                                                                                      Rui Gomes rc

Escrito por nuno em 14:25:37 | Link permanente | Comments (0) |

Terça-feira | Abril 01, 2008

Escrita recreativa

Ao entardecer os campos enchiam-se de neblina, o Pico ficava baço e monumental nas águas. Dos lados da estrada da Caldeira sentiu-se uma tropelada, depois pó e um cavaleiro no encalço de uma senhora a galope.
- Slowly! Let go him alone…
Os cavalos meteram a trote e puseram-se a par. O de Roberto Clark vinha suado, com um pouco de espuma na barriga e sinal de sangue num ilhal. O de Margarida, enxuto, meteu a passo.
- Ah, não posso mais
, estou exausta de tanto cavalgar : disse a Margarida.
Mas, ainda assim continuou a passo no seu cavalo, a par ao de Roberto Clark.
Margarida então decidiu parar para descansar. Quando ela se depara no local que tinha parado (numa quinta) decidiu levar o seu cavalo a comer, para ver se ele recuperava o folgo.
Ela também aproveitou e foi comer fruta numas arvores ali perto.
Estiveram parados 20 minutos a descansar, eles e os seus cavalos.
Depois continuaram, mas agora a passo para não se cansarem tanto.
E lá foram eles os dois de cavalo para casa.

 

Escrito por nuno em 09:55:16 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira | Março 06, 2008

O azeiteiro e o burro

Nesse momento, o estudante exclamou: «Ah! senhor, quanto lhe agradeço ter-me dado uma pancada na cabeça! *Quebrou-me o encanto que durante tantos anos me fez ser burro!...» O azeiteiro tirou o chapéu e disse-lhe: «Afinal, o meu burro estava enfeitiçado! Perdi o meu *ganha-pão! Peço-lhe muitos perdões por tê-lo maltratado tanta vez -  mas que quer? - o senhor era muito teimoso!»

-  Está perdoado, bom homem! - disse o estudante. O que lhe peço é que me deixe em paz.

Escrito por nuno em 16:44:20 | Link permanente | Comments (0) |

Dia Internacional da Mulher

A mulher
Deve ser bem tratada
Porque o homem sem ela
Não pode fazer nada !
Escrito por nuno em 15:32:39 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira | Fevereiro 28, 2008

Aqui o meu vestido é uma espécie de anti passaporte que me proíbe a passagem para o mundo deles.
As pessoas que olham para mim olham com um ar trocista e parece que eu não sou bem-vindo a este tipo de festas.
Aqui as pessoas que são ricas parecem que só querem nas festas as pessoas como eles (ricos), onde tenham tudo e a atenção de todos.
E aqueles que não olham fazem de conta que eu não existo, sou invisível aos olhos deles e, é como se fosse apenas mais um que quer ver as coisas dos ricos.
Da próxima vez já sei que tenho de levar coisas de alta qualidade para as pessoas olharem para mim.
 

Escrito por nuno em 14:11:59 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira | Janeiro 24, 2008

Sexta – Feira ou a vida selvagem

 

 

 

Relato de um incidente
     Causas:

 

         “ Sexta – Feira levanta – se e encaminha – se para o castigo que o espera. Derrepente, para: Que fazer do cachimbo, que continua a segurar na mão ?
           Atira – o com toda a força para o fundo da gruta, onde se encontram os barris de pólvora. Em seguida, corajosamente, vai ao encontro de . Este esta furioso. É nesse momento em que os 40 barris de pólvora explodem. “

 

      Consequências:
  
 
“ A casa ardia como uma tocha. A muralha da floresta desmoronara – se no fosso que a bordejava. Todas as outras construções – o templo, o redil, o mastro – calendário – haviam voado em estilhaços como resultado da explosão. “

 

Depois da explosão, a vida na ilha Sperenza mudou .

 

Sexta-feira -> “Passava dias inteiros na rede de lianas entrançadas que amarraram entre duas palmeiras. Mexia-se tão pouco que os pássaros pousavam nas árvores ao pé dele. Atirava-lhes então flechas com a zarabatana, e á noite assava, com o Robinson o produto daquele género de caçada certamente a método menos trabalhoso que existia.”

 

 

Robinson -> “Por seu lado transformava-se completamente. Cortou a barba – á qual, de resto, já ficara bastante estragada com a explosão – e deixou crescer o cabelo, que acabou por cobrir toda a cabeça de caracóis dourados. De um momento para o outro parecia muito mais novo quase irmão sexta-feira. O seu corpo também se transformara. Sempre receava ás queimadas do sol, tanto mais que era ruivo.”

 

Escrito por nuno em 16:46:18 | Link permanente | Comments (0) |